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Inteligência de decisão aparece entre as principais tecnologias emergentes para 2023

Motor da Stone Age com ferramentas de onboarding, análise de dados e mesa de atendimento, supera a marca de 1 milhão de avaliações por mês este ano




O avanço da complexidade no ambiente de negócios revelou a fragilidade dos processos decisórios baseados em metodologias legadas e transformou a Inteligência de Decisão (DI) numa das tecnologias que estão no caminho da adoção convencional dentro de cinco anos e que possuem potencial de transformação para as organizações financeiras. Esta é uma das conclusões anunciadas pelo Hype Cycle for Emerging Technologies in Finance, 2023, estudo divulgado recentemente pelo Gartner. A constatação encontra ressonância com os resultados alcançados por empresas brasileiras que já trabalham de acordo com este conceito.


Um dos exemplos é a Stone Age, empresa do Grupo TIVIT, especializada na criação e implantação de soluções de apoio à tomada de decisão baseadas em inteligência analítica avançada. A companhia chega ao final de 2022 comemorando a ultrapassagem da marca de 1 milhão de avaliações por mês em seu motor de decisão que oferece ferramentas de onboarding, análise de dados e mesa de atendimento. Este desempenho teve como consequência um crescimento de 25% em seu faturamento em relação ao ano anterior.


De acordo com o CEO da empresa, Fernando Guimarães, além de ser usada principalmente pelo setor financeiro, tendo como objetivo a mitigação de riscos e a redução de perdas em operações de crédito e fraude, por exemplo, a plataforma da Stone Age viabiliza soluções para problemas comuns a organizações de qualquer tipo de mercado, como o processo de contratação de colaboradores, por exemplo.


O executivo concorda com a expectativa de crescimento do uso de ID em 2023 no Brasil, principalmente em função das transformações que estão ocorrendo no mercado financeiro. “O avanço do Open Finance e a consolidação do Cadastro Positivo ampliarão significativamente o volume de dados à disposição das empresas, o que é indiscutivelmente muito positivo. Apesar disso, elas precisarão de suporte especializado para transformar esta quantidade de informações em insights relevantes para escolher o melhor caminho estratégico a ser seguido”, afirma.


O diretor sênior de pesquisa na prática financeira do Gartner, Mark D. McDonald afirma que a inteligência de decisão (DI) está no gatilho de inovação do Hype Cycle para 2023. Segundo ele, uma futura organização financeira autônoma exigirá que pessoas e máquinas trabalhem juntas em um ciclo de aprendizado.


“As pessoas exercerão julgamento, executarão controles, validarão a produção e garantirão a integridade financeira, enquanto as máquinas se concentrarão no trabalho analítico e nos processos repetitivos com os quais, comparativamente, os humanos lutam”, conclui.

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