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Crédito livre é opção criativa para retenção de talentos

Benefício criado pela Otimiza dá liberdade ao funcionário e pode ser usado em políticas e estratégias motivacionais


A adoção de programas de benefícios para atrair e reter talentos é uma estratégia bastante usada no mercado há anos. Mas, atualmente, com a implantação dos modelos de trabalho híbrido e remoto em boa parte das empresas, oferecer proventos tradicionais pode não ser suficiente para atender as necessidades dos empregados. Com foco nesta questão, a Otimiza incluiu em seu cartão de benefícios flexíveis o “crédito livre", opção que possibilita ao colaborador distribuir o recurso da forma que for mais conveniente ou mesmo sacar o valor em um caixa 24h.

O crédito livre dá ao empregador a liberdade de definir quando e quanto vai destinar de recursos para o benefício. “Pode ser mensal ou esporádico, para todos os colaboradores ou apenas para times específicos. Mais do que dinheiro é uma ferramenta motivacional. Por exemplo, o gestor estabelece uma meta de produtividade e quem atingi-la receberá uma certa quantia na forma de crédito livre por meio do cartão Otimiza”, explica o CEO da Otimiza, Anderson Belem.

Pesquisas mostram que 53% dos colaboradores das empresas consideram a remuneração e os benefícios como os fatores mais importantes para permanecerem no emprego. O problema é que, além da concorrência – outras empresas também adotam essa estratégia – os gestores, principalmente aqueles ligados ao RH e responsáveis por políticas na área, sofrem para encontrar produtos diferenciados no mercado.

Entre as empresas que mais sofrem para atrair e reter talentos estão as de tecnologia. O rápido processo de digitalização pelo qual a sociedade foi submetida demandou e demanda mais e mais profissionais da área de TI. Se não bastasse, as empresas nacionais têm sofrido a concorrência de empresas estrangeiras que pagam em dólar para terem bons analistas de sistemas, programadores etc, sem que eles necessitem sair de casa, pois é possível para trabalhar remotamente.

“Um vale refeição não é interessante para quem trabalha em home office e almoça em casa, assim como um vale transporte não tem importância para quem não pega ônibus, trem ou metrô. Benefícios flexíveis como o crédito livre são soluções criativas a favor das empresas”.

Além do crédito livre, o Cartão Otimiza Flexível Mastercard foi desenvolvido para agregar e facilitar a gestão de mais de dez benefícios em uma única plataforma. O empregador pode escolher o que vai oferecer aos empregados como vale alimentação, refeição, cultura, saúde e lazer, mobilidade (combustível,Uber, Bike, etc), educação, home office e Vale Transporte, que são os créditos para utilização exclusiva no transporte público coletivo urbano em dias de efetivo trabalho para o qual o empregador é obrigado a descontar 6% do salário do colaborador em razão do fornecimento destes créditos. Neste caso, a Otimiza recepciona os créditos no app e cartão, permitindo o direcionamento para as centenas de diferentes tipos de cartões de vale transporte em todo o Brasil.

Por carregar a bandeira Mastercard, ele também pode ser usado para compras em mais de 4 milhões de estabelecimentos comerciais no Brasil.

Outra vantagem dos benefícios é que eles agregam valor à remuneração das pessoas. Considerando que o emprego formal gera custos adicionais ao salário nominal, as empresas ficam amarradas, sem poder aumentar muito o valor pago aos empregados porque isso também faz crescer os encargos trabalhistas. Outro ponto importante, é que a oferta de benefícios deve sempre seguir as leis existentes e os acordos coletivos firmados com os sindicatos, e a solução da Otimiza cumpre essa exigência.

“As categorias oferecidas no Cartão Otimiza Benefícios são consideradas benefícios, de acordo com a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Assim, os valores concedidos pela empresa a seus empregados, por meio do Cartão Otimiza, não são considerados salário e, portanto, não estão sujeitos a encargos trabalhistas e previdenciários. É importante que o empregador atente-se em cumprir não só a CLT, como também eventuais regras sindicais aplicáveis a ela. Há Convenções Coletivas de Trabalho que determinam valores mínimos para diferentes categorias de benefícios”, conclui Belem.

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